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segunda-feira, 26 de dezembro de 2016


quinta-feira, 17 de março de 2016

Joguei fora as coisas que não me serviam mais.

Quando me mudei para o apartamento onde moro hoje em dia, na pressa de tudo se encaixar rapidamente e a vida se estabelecer, retomando, assim o caminho da normalidade, eu fui me apoderando de coisas provisórias: louças, móveis, roupas, coisas para a casa e para a vida, enfim, coisas para mim. Vieram os dias, vieram as confusões, vieram as pessoas, veio a própria vida, e essas coisas provisorias ficaram por muito tempo e acabaram deixando de ser provisórias, ocupando espaços pela casa, limitando minha visão, virando obstáculos, cerceando meus movimentos, me fazendo desanimar e me acomodar aos poucos. Se acomodar é se limitar, é perder o brilho e a paixão por viver. Aí fica difícil, a coisa desanda e a gente não anda. Então, chega uma hora que a gente precisa jogar esses entulhos fora e deixar as coisas novas ocuparem seus lugares.

Foi o que eu fiz. Joguei no lixo aqueles potes de plásticos, que ficam amarelados com pouco tempo de uso, horríveis por sinal. Doei roupas em desuso. Coloquei muita papelada para a reciclagem. Lancei para fora todas as bobagens desnecessárias ocupantes de espaços necessários para a vida fluir melhor, acontecer de modo mais leve. O resultado foi de fato o esperado. Houve uma renovação.

A casa ficou mais bonita e confortável. Liberei mais espaço para me movimentar. Fiquei sem muitas coisas para impedir minha visão, me agarrei a novas expectativas. Eu fiquei melhor.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Pronto! Terminamos. E a culpa foi de quem???

Pronto! Terminamos. E a culpa foi de quem??? A culpa foi minha? Dele? Não, foi da sua felicidade. É ela quem determina para aonde você vai. Quando estamos em um relacionamento, temos que ter em mente que somos dois, tudo é dois. São duas vidas querendo ser felizes. Se entendemos isso, facilmente negociaremos nossos trajetos e traçaremos um que seja comum aos dois, claro, sem deixar os que já havíamos planejados para nós, na nossa individualidade, abandonado. A felicidade de si é coisa preciosa e não pode, por nenhuma justificativa, ser banida.

Caminhamos para algum lugar, temos nosso alvo, pode ser que chegue um momento que o outro vai ter que ir um pouco mais longe, mais ao lado, cima, baixo, ou até abandonar a caminhada, nem por isso, nós devamos fazer o mesmo. O negócio é parar um pouquinho, olhar no fundo dos olhos, tocar o coração e dizer "adeus", "seja feliz".

Fácil deixar quem nos acompanhou por tempos? Nunca será. Mas vamos em frente. A vida não para. E a felicidade nos espera sempre.
Sobre as dores da separação, fica para uma próxima postagem.